segunda-feira, 21 de julho de 2008

PF viveu guerra e espionagem para prender Dantas




Fonte : Dr. Paulo

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Reprodução do Caderno Brasília, com reportagem sobre a guerra na Polícia Federal

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Bob Fernandes

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Os intestinos do Brasil

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A Polícia Federal trabalhou duramente para que Daniel Dantas fosse preso. A Polícia Federal não queria, de forma alguma, que Daniel Dantas fosse preso. A Polícia Federal fez tudo para que Daniel Dantas fosse preso. A Polícia Federal fez tudo para que Daniel Dantas não fosse preso.

A Polícia Federal trabalhou contra a Polícia Federal.
Esse é mais um capítulo do mergulho nos intestinos do Brasil.

Estão presos o banqueiro do Opportunity, o megaespeculador Naji Nahas, o ex-prefeito Celso Pitta e outros 17 dos 21 que tiveram a prisão decretada. É quarta-feira, 9 de julho.

Nas telas, ondas, bits e páginas, a futebolização de sempre: aplausos entusiasmados, críticas ferozes à ação da polícia. O que ainda não chegou à tona é a verdadeira história dessa gigantesca ação policial, da encarniçada batalha que se travou nos setores de Inteligência, na Polícia.

O que se narra aqui são cenas, é o contorno dessa batalha, mas antes é preciso lembrar que este é apenas mais um capítulo.

Crucial, decisivo para que se entenda o todo, o que se movia, se move - e se moverá -, mas apenas mais um capítulo no enredo da maior disputa da história do capitalismo brasileiro, disputa essa que carrega em si o esteio, a sustentação do poder. Do Grande Poder.

O delegado Protógenes Queiroz comandou as investigações no último ano. Antes dele, ao tentar seguir a pista da organização comandada por Dantas, outros delegados fraquejaram. Ou desistiram, ou...

Protógenes foi conduzido ao comando da investigação sigilosa pelo então diretor geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, hoje chefe da Agência Brasileira de Inteligência, Abin. Paulo Lacerda queria e autorizou a operação até deixar a direção da PF.

Um dia, convidado pelo presidente Lula, Lacerda foi para a Abin. Em seu lugar assumiu Luiz Fernando Corrêa, que chefiava a Força Nacional de Segurança Pública. Luiz assumiu com fama de amigo de José Dirceu.

Se era ou se não era, se suas relações vinham apenas da proximidade no trabalho de segurança da PF ao candidato Lula em eleição anterior, é uma outra questão, mas o fato é que Luiz Fernando chegou ao cargo com essa fama: amigo de José Dirceu.

Logo ao assumir, o diretor da PF quis mais informações sobre que investigação seria aquela relativa aos negócios e métodos de Daniel Dantas. Normal. Parte das suas atribuições de comando.

O delegado Protógenes, por seu lado, ofereceu explicações genéricas, mas guardou o que era secreto, segredo de justiça. Normal. Manhas de um tira brilhante, esperto, do policial que prendeu Paulo Maluf, o contrabandista Law Kin Chong, que pôs na marca do pênalti o Corinthians da MSI, Kia Joorabichian e Dualib, que investiga para a FIFA as lavanderias do futebol mundo afora.

Normal, em meio aos rumores sobre vazamentos na investigação e, pior, propinas. Subornos em favor de Dantas. Na diretoria de Inteligência, um aliado do diretor geral na busca de informações amplas sobre o núcleo das investigações: o delegado Daniel Lorenz.

Protógenes Queiroz é duro na queda. Primeiros embates, e a operação Satiagraha perde estrutura. O comando esvazia parte da logística; retira agentes e peritos, encolhe a sala, asfixia as investigações....o corriqueiro nos jogos de guerra.

O jogo é maior, muito maior. As pedras se movem. Ao diretor da Polícia Federal chega o recado. Suave, mas direto: as investigações devem prosseguir.

Fim do ano. Mídia afora, o festival de plantações, versões. A batalha, que é política, comercial, policial, segue seu leito também nas telas, ondas, bits e páginas. Véspera do Natal. Estranhíssima entrevista do diretor geral.
Luiz Fernando Corrêa escolhe o encarte semanal Brasília do jornal mineiro Hoje em Dia para mandar um recado em forma de entrevista. Manchete:

-Cada geração tem um papel a cumprir. Cumpriu, sai fora!

Até o vidro fumê do edifício sede da PF em Brasília captou a mensagem e os destinatários: Paulo Lacerda e antigos delegados que comandaram a Polícia durante 4 anos e 8 meses do governo Lula.

Para não haver dúvidas, a capa do tablóide berrou:

-PF dividida.

Véspera do Natal, peru, nozes, vinhos, poucos civis devem ter lido. Mas a polícia inteira leu. Comentou, discutiu. E mesmo o mais desatento agente sacou que a barca do delegado Protógenes Queiroz, fosse qual fosse, não era uma boa aos olhos da direção.

Parênteses. Daniel Dantas e os seus comemoravam, vibravam a cada boa notícia. Sim, o que não faltou nesse enredo foi notícia. Capas e capas.

O carnaval se foi. E um fato: a repórter quer falar com o delegado Queiroz. Quer informações sobre uma investigação que envolveria Daniel Dantas e o Opportunity. Apreensão, no início de abril - e isso são fatos. Objetivos. Conhecidos desde então: a repórter vai publicar o que tem se não for recebida.

A situação se agrava. Por ordem do comando, o delegado Protógenes Queiroz perde quase toda a logística. Fato registrado, inclusive, em imagens: a sala sendo esvaziada, a tralha tecnológica removida.

Queiroz começa a fingir que a operação faz água. Cede, aceita conversar com a repórter; Andréa Michael, da Folha de S.Paulo. Mas faz uma exigência aos superiores: quer a presença do diretor geral, Luiz Fernando Corrêa, e de Lorenz, o diretor de Inteligência.

Corrêa não vai, manda alguém da comunicação social. Lorenz, presente. Na conversa, o delegado Queiroz contorna, tergiversa, despista, e guarda tudo o que disse e o que não disse.

Sábado, 26 de Abril. Anunciado o acordo das teles, vem aí a BrOi. No caderno Dinheiro, da Folha, em quase meia página a repórter Andréa Michael relata os contornos de uma operação a caminho, destinada a prender Daniel Dantas.

Domingo, 27 de Abril. A operação está morta. Protógenes Queiroz faz dois movimentos. Primeiro, na véspera, a ligação para Lorenz, que está no Chile. Cobra a conta da conversa com a repórter, quando apenas despistou. Este diálogo, de parte a parte, não é bom.

Segundo movimento: Queiroz, para efeito externo, dá a operação como morta. Para efeito interno, os fatos incendeiam agentes, peritos e delegados envolvidos numa operação cada vez mais secreta.

Segue a semana. Queiroz é comunicado. Não há, não haverá mais logística alguma. Caso encerrado. Caso que o diretor geral e o diretor de Inteligência seguem a desconhecer em sua essência e mesmo os contornos.

O delegado está solto no espaço.

Uma outra rede conecta-se, subterrânea, solidária. O outro lado da polícia trabalha, secretamente, pela Satiagraha, a firmeza na verdade de Gandhi.

Notas em colunas, sites. Chutes, bravatas, cascatas, desinformação. A operação é adiada. Uma, duas, três vezes.

O delegado Protógenes Queiroz é monitorado, vigiado. Pela Polícia Federal. E sua equipe contra-ataca: vigia, monitora, flagra e registra, os movimentos dos monitoradores da própria PF.

Daniel Dantas e os seus estão tensos. Em dúvida: acabou, ou não acabou? Na dúvida, encaminham ao Supremo Tribunal Federal um pedido de habeas corpus preventivo, para Dantas e a irmã, Verônica.

Daniel Dantas morde a isca. Humberto Braz, ex-presidente da Brasil Telecom e o amigo Hugo Chicaroni são os intermediários. A oferta é feita ao delegado Vitor Hugo Rodrigues Alves.

Na churrascaria El Tranvia, bairro de Santa Cecília, São Paulo, o ensaio para o acordo final: US$ 1 milhão.

Como sinal, duas parcelas, uma de 50 e outra de 80. Pagamento futuro em duas de US$ 500 mil. Encontros e acordos fechados em 18 e 26 de junho. Para livrar a cara dos Dantas.

Há algo no ar. Frases soltas.

Gilmar Mendes é o presidente do STF. No meio da semana, pós-São João, desponta nas telas, um tempão nos telejornais, nas manchetes do dia seguinte. Refere-se a informações vazadas por policiais, uma coisa de gângsters, e ao terrorismo lamentável.

A fala ecoa. Cada um entende como quer. Críticas gerais às interceptações telefônicas (mesmo às autorizadas judicialmente).

Julho chegou. Fim de semana. Notas, boatos... Daniel Dantas está em Nova Iorque... Daniel Dantas aguarda o habeas corpus para voltar ao Brasil...

Sete de Julho. O delegado geral, Luiz Fernando Corrêa, que até a véspera nada sabia sobre a verdadeira extensão de Satiagraha, quer agora saber de tudo. De tudo, não saberá. Extrema tensão. Como há um mês, no Rio de Janeiro.

Agentes da equipe de Queiroz seguiam gente dos Dantas, pelas ruas do Rio. A polícia foi chamada, quase um confronto até o esclarecimento somos da PF e o despiste numa operação banal qualquer. Mas a queixa subiu.

Chegou ao diretor geral da PF, a Heráclito Fortes (DEM-PI) no senado e ao advogado geral da União, José Antonio Toffoli, adentrou o Supremo Tribunal.

Seis da manhã, 8 de julho. Avenida Viera Souto, Ipanema, Rio de Janeiro. Daniel Dantas está preso.

Furacão na mídia, por todo o dia. À noite nos telejornais e no dia seguinte, este 9 de julho, a repercussão.

Gilmar Mendes, o presidente do STF, ataca a espetacularização das prisões, incompatível com o Estado de Direito, critica duramente o pedido de prisão, negado, contra a repórter da Folha de S. Paulo:

-...isso faz inveja ao regime soviético...

Frases soltas no ar.

Miriam Leitão, a comentarista econômica, também está no ar. Na rádio CBN, Miriam conversa com Carlos Alberto Sardenberg. Meio dia e quarenta. Miriam diz não ter entendido direito porque Daniel Dantas foi preso. Afinal, constata, as acusações são inconsistentes, coisas do passado, e é preciso que a Polícia Federal explique melhor por que fez essa operação com tamanho estardalhaço...

Miriam se vai. Sardenberg chama os comerciais, não percebe que o microfone está aberto, e deixa escapar:

-...ela tá esquisita, não?

Frases soltas no ar.

Daniel Dantas está preso. Esse, o policial, é mais um capítulo da operação que chegou aos intestinos do Brasil.

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ISSO MOSTRA MAIS UMA VEZ QUE NOSSO PAÍS É CHEIO DE CANALHAS QUE TRABALHAM NA IMPRENSA PARA INVENTAR, MENTIR E DEFORMAR OPINIÕES E FATOS.

EXISTEM TAMBÉM PROFISSIONAIS CANALHAS NA POLÍCIA E NOS PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO. SÓ NÃO ENXERGA QUEM NÃO QUER.

CUIDADO!

AS ELEIÇÕES APROXIMAM-SE E MAIS UMA VEZ "ELES/ELAS" VÃO QUERER LHE ENGANAR NOVAMENTE.

NÃO VOTE APENAS!

PROTESTE, COLOQUE O BLOCO NA RUA PARA REIVINDICAR DOS PODERES E DAS AUTORIDADES QUE TRABALHEM SÉRIO E ASSUMAM SEU VERDADEIRO PAPEL.

CASO CONTRÁRIO, VOCÊ CONTINUARÁ SENDO O QUE "ELES/ELAS" SEMPRE QUISERAM E QUEREM QUE CONTINUE A SER: explorado, dominado, alienado, escravo.
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NO BRASIL, NÃO BASTASSE A IMPUNIDADE, INVENTOU-SE HÁ POUCO TEMPO OUTRA "MODA":
AS VÍTIMAS TORNAM-SE OS "CRIMINOSOS" E OS CRIMINOSOS, AS "VÍTIMAS".

terça-feira, 15 de julho de 2008

FORTALEZA E CEARÁ ENTREGUES ÀS BARATAS

CIDADE DE DEUS - ÁREA DE RISCO QUE JÁ FOI DESOCUPADA.
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ANO VAI, ANO VEM... E O CEARÁ ATOLA-SE MAIS E MAIS EM DIVÍDAS E PROBLEMAS.
OS GOVERNANTES SÃO INCOMPETENTES E PROMETEM AÇÕES INEFICIENTES PARA A REALIDADE SOCIA-ECONÔMICA QUE O POVO VIVE.
PAGAM MAL A POLÍCIA MILITAR E CIVIL, EXPLORAM OS POBRES COITADOS E DÃO UMA MINCHARIA DE AUMENTO. E AINDA EXIGEM QUE TRABALHEM CALADINHOS E SATISFEITOS.
OS GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL NÃO QUEREM MAIS BANCAR A SEGURANÇA PÚBLICA E A DEFESA DOS DIREITOS DOS CIDADÃOS?
PARA QUE SERVEM AS CADEIAS? SÃO APENAS DEPÓSITOS DE "LIXO HUMANO"?

ORLA MARÍTIMA - PRAIA DE IRACEMA

NÃO TEM JEITO!
O TEMPO PASSA E AINDA EXISTEM CORONÉIS MANDANDO E DESMANDANDO NO ESTADO E NA CAPITAL.
ELES E ELAS JURAM QUE VÃO DAR UM JEITO EM TUDO, MAS SÓ ENTRAM NA VIDA POLÍTICA PARA SE BENEFICIAREM JUNTO COM A OUTRA CAMBADA DE APROVEITADORES DO LEGISLATIVO.
E A TROCA DE FAVORES E CORTESIAS ENTRE LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO CONTINUA INDISCRETA E ABERTAMENTE.
O CIDADÃO QUE SE DANE E PAGUE A CONTA!
NINGUÉM ESTÁ AÍ PARA NINGUÉM.
DOA A QUEM DOER.
OS GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL CRIAM EMPRÉSTIMOS E DIVÍDAS PARA OS EXPLORADOS E DOMINADOS PAGAREM.
HAJA CARNAVAL, FUTEBOL, FESTA, MENTIRAS E MICARETAS!

FLUMINENSE CAMPEÃO NATAÇÃO PETIZ - RJ


Flu é campeão Estadual de Natação Petiz
Tricolores conquistaram 44 medalhas na competição
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Depois do sucesso das equipes juvenil e júnior nos Campeonatos Estaduais de Inverno, a natação do Fluminense voltou a brilhar neste último fim de semana conquistando o título na categoria petiz. Os tricolores, comandados pelos técnicos Rodrigo de Paula, Renato Rodrigues e Bianca Caratiero, ganharam 44 medalhas no petiz I, sendo 22 de ouro, 13 de prata e 11 de bronze.
O destaque do campeonato foi a atleta do Fluminense Julia Sávio. A nadadora tricolor venceu as três provas individuais que disputou (100m livre, 100m borboleta e 100m medley). Devido ao seu excelente desempenho, Julia foi premiada pela Federação Aquática do Rio de Janeiro (FARJ) com os troféus de atleta mais eficiente e de melhor índice técnico da categoria petiz I feminino.
Também subiram ao pódio pelo petiz I as atletas Carol Silva (ouro nos 100m peito e bronze nos 50m e 100m livre), Marina Oliveira (ouro nos 100m costas), Maria Eduarda Silva (prata nos 800m livre e bronze nos 200m e 400m livre) e Patrícia Parada (bronze nos 100m borboleta).
Já na categoria petiz II, as nadadoras Gabriela Neves (ouro nos 50m livre e prata nos 100m e 200m livre), Carolina Magalhães (ouro nos 100m costas e prata nos 100m borboleta e 100m medley), Mariana Banharo (prata nos 100m costas e bronze nos 400m e 800m livre), Luisa Borges (prata nos 100m peito) e Marcela Pimentel (bronze nos 100m costas) foram os destaques.
No masculino, os principais destaques do tricolor foram Marcelo Roge e Matheus Oliveira. Marcelo conquistou três medalhas de ouro no torneio (400m e 800m livre e 100 borboleta), quebrando o recorde estadual nas duas provas do estilo livre e nos 100m borboleta, onde também bateu o recorde do campeonato.
Com esses resultados, Marcelo também recebeu da FARJ os Troféus Eficiência e Melhor Índice Técnico da categoria petiz I masculino. O nadador tricolor Matheus Oliveira também venceu as três provas que disputou (50m livre, 100m livre e 100m medley).
Também subiram ao pódio pela equipe masculina do Fluminense José Otávio Martins (prata nos 200m livre), João Vitor Barros (prata nos 800m livre) e Paulo Augusto Evaristo (bronze nos 100m peito). Já no mirim, a equipe do Fluminense, comandada pelos técnicos José Custódio e Ana Lucia Silva (Aninha), conquistou 13 medalhas (seis de ouro, dois de prata e cinco de bronze).
Os destaques individuais do Fluminense foram Thiago Silva (ouro nos 50m peito, 50m costas e 50m borboleta), Julio Gonçalves (ouro nos 50m peito), Andressa Nascimento (prata nos 25m borboleta e bronze nos 50m livre e 25m peito) e Mirella Silva (bronze nos 25m costas). Conheça os atletas das categorias Petiz e Mirim que defenderam o Fluminense no Campeonato Estadual de Inverno:
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Petiz I Feminino: Bruna Bezerra, Carol Silva, Clara Souza, Gabriela Francisco, Giulia Moreira, Isabela Spinelli, Julia Martinez, Julia Sávio, Maria Eduarda Silva, Marina Oliveira, Patrícia Parada, Raphaela Rodrigues e Sharon Almeida.
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Petiz II Feminino: Ava Valentina Schultz, Carolina Magalhães, Gabriela Neves, Luisa Borges, Luisa Xavier, Marcela Pimentel, Maria Julia Santos, Mariana Banharo, Mariana Dias.
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Petiz I Masculino: Fabio Barboza, Gabriel Menezes, Gustavo Peña, Ivo Gonçalves, João Pinho, José Otávio Martins, Julio César Andrade, Lucas Pinto, Marcelo Roge, Matheus Albernaz, Matheus Oliveira, Pedro Henrique Silva, Pedro Luis Álvares, Ricardo de Carvalho e Vinicius Figueiredo.
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Petiz II Masculino: Caio Carvalho, Daniel Martins, Diego Araújo, Gabriel Silva, Gabriel Maurity, Gabriel Sodré, Guilherme Souza, Gustavo Nogueira, João Vitor Barros, Luis Rafael Pacheco, Paulo Augusto Evaristo, Ricardo Cezar Jesus e Rogério do Val.
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Mirim Feminino: Andressa Nascimento, Catharina Delduque, Gabriela Chiesa, Luisa Silveira, Luiza Manso, Mirella Silva e Theo Schultz.
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Mirim I Feminino: Amanda Santos, Bruna Borges, Giovana Barbosa, Giovanna Morgado, Maria Eduarda Oliveira, Mariana Maurity e Marianna Chan.
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Mirim II Feminino: Beatriz Bernardino, Clarisse Assis, Fernanda Chazan, Gabriela Mayall, Julia Silveira, Letícia Escobar, Marcela Azevedo e Vivian Santos.
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Mirim Masculino: Bernardo Cesar, Guilherme Banharo, Lucas Pittan, Luiz Moreira, Sávio Porto e Thiago Simões.
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Mirim I Masculino: Diogo Melges, Gabriel Almeida, João Cesar, João Pedro Barreto, João Pedro Medeiros, Julio Gonçalves, Matheus Pimenta e Theo Assis.
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Mirim II Masculino: Felipe Gouveia, José Gabriel Maffei, Luccas Andrade, Matheus Xavier, Otávio Nogueira, Rodrigo Krause, Saullo Souza, Tadeu Waise, Thiago Silva e Thyago Silva.
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Mario Oliveira

FILOSOFIA - EXTRATOS E ARTIGOS


A palavra filosofia é de origem grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. Sophia quer dizer sabedoria e dela vem à palavra sophos, sábio.
Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Filósofo: o que ama a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. Assim a filosofia indica um estado de espírito da pessoa que ama, isto é, daquela que deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita.
Pitágoras de Samos teria afirmado que a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la, tornando-se filósofos. “Quem quiser ser filósofo necessitara infantilizar-se, transformar-se em menino”. (M. Garcia Morente).
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DIALÉTICA
Primeiramente, a dialética foi vista como a arte do diálogo. Posteriormente, passou a ser vista como uma argumentação que consegue de maneira clara e direta apresentar as contradições existentes no diálogo (debate) e apontar as idéias envolvidas neste. Apesar de tais significados expostos acima, a dialética é vista de diferentes formas a partir da corrente filosófica que a emprega.
Platão define dialética como o método de assimilar idéias pessoais com as universais. Aristóteles define dialética como a lógica daquilo que pode ocorrer. Kant define dialética como a lógica da aparência, da ilusão. Hegel define dialética como um movimento que transpõe contradições. Karl Marx e Engels definem dialética como o movimento que transpões contradições utilizando a materialidade.
A dialética utiliza a tese, antítese e a síntese como elementos básicos para a argumentação. A tese surge primeiramente em qualquer diálogo como o ponto inicial da conversa, ou seja, o assunto e posterior a ela surgem à antítese que é a oposição a tese. A síntese é o resultado do debate entre a tese e a antítese. É uma espécie de finalização de um assunto e iniciação de outro que originarão novas teses e encontrarão oposição de novas antíteses resultando em diversas sínteses.
A iniciação da dialética ocorreu para alguns a partir de Zênon de Eléia e para outros a partir de Sócrates, porém, o mais radical filósofo e adepto à dialética foi Heráclito de Éfeso que defendia o conflito como pai de todas as coisas já que para ele tudo sempre muda. Parmênides em seus ensinamentos defendia a tese de que o ser era imutável e que a mudança era um fenômeno superficial, o que derrubou a idéia proposta por Heráclito.
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LÓGICA
Lógica é uma parte da filosofia que estuda o fundamento, a estrutura e as expressões humanas do conhecimento. A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados.
As falácias que são falhas na argumentação possíveis de serem percebidas são bastante usadas no estudo da lógica, pois auxilia na detecção de verdades e falsidades.
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O QUE PERGUNTAVAM OS PRIMEIROS FILÓSOFOS?
Qual é o princípio de todas as coisas?
No período mitológico existiam inúmeras explicações para todas as transformações e todos os fenômenos que ocorriam na natureza, porém com o passar do tempo tais explicações não satisfaziam as pessoas pela sua incoerência. Surgiu então a necessidade de colher informações precisas e racionais sobre tais coisas.
Os primeiros filósofos, como buscavam as suas respostas na natureza e também viam por meio desta as explicações sobre a origem, as transformações e a ordem de todas as coisas que ocorriam, se perguntavam como tais transformações poderiam ocorrer, buscavam entender qual era o início de todas as coisas. Para melhor compreensão, pense: “o que nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?”. A partir desse pensamento podemos comparar os questionamentos que faziam os primeiros filósofos.
O movimento que fazia a natureza (kínesis) explicaria como o mundo se transforma permanentemente. Tudo o que há no mundo vive em constante transformação, passando de um estado ao seu contrário, ou seja, dia-noite, quente-frio, claro-escuro e outros. Apesar de concordarem sobre a natureza que se transformava a todo o tempo, os filósofos discordavam sobre o princípio eterno e imutável que originaria a natureza.
Tales defendia que o princípio eterno era a água, Anaxímenes defendia que o princípio eterno era o ar ou o frio, Anaximandro defendia que o princípio eterno era o ilimitado, Heráclito defendia que o princípio eterno era o fogo, Pitágoras defendia que o princípio eterno eram os números, Empédocles defendia que o princípio eterno era a água, a terra, o fogo e o frio, Anaxágoras defendia que o princípio eterno eram as sementess enquanto Leucipo e Demócrito defendiam o princípio eterno por meio dos átomos.
DO SITE BRASIL ESCOLA

GRAMÁTICA - LÍNGUA PORTUGUESA

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Sujeito: é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita através do predicado.
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Predicado: é o termo da oração que, através de um verbo, projeta alguma afirmação sobre o sujeito.

Exemplo:
A pequena criança contou-me a novidade com alegria no olhar.

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Sujeito: A PEQUENA CRIANÇA

Predicado: CONTOU-ME A NOVIDADE COM ALEGRIA NO OLHAR


Para ajudar a localizar o sujeito há três critérios:

Concordância: o verbo está sempre na mesma pessoa e número que o seu sujeito;

Posição: normalmente, o sujeito precede o verbo e, mesmo que venha depois, pode ser transposto naturalmente para antes;

Permutação: quando o núcleo do sujeito é um substantivo, pode ser permutado pelos pronomes ele, ela, eles, elas.

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Tipos de sujeito

Sujeito determinado: ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem:

- reconhecer que existe um elemento ao qual o predicado se refere;

- indicar quem é esse elemento.

Exemplo: A carrocinha levou meu cachorro.

O sujeito determinado pode ainda ser subclassificado como:

Sujeito determinado simples: aquele que tem apenas um núcleo.

Exemplo: A mãe levantou-se aborrecida.

Sujeito determinado composto: aquele que tem mais de um núcleo.

Exemplo: Arroz e feijão não saíam de nossos pratos.

O sujeito determinado pode não ocorrer explícito na oração.

Há quem costume classificá-lo como:

- sujeito determinado implícito na desinência verbal;

- sujeito elíptico;

- sujeito oculto.

Exemplo:

Vou ao cinema na sessão das dez. (sujeito = eu – implícito na desinência verbal)

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Sujeito indeterminado: ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem reconhecer que:

- existe um elemento ao qual o predicado se refere, mas

- não é possível identificar quem é, nem quantos são esses elementos.

Exemplo: Chegaram da festa tarde demais.

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Há duas maneiras de se indeterminar o sujeito:

- pode-se colocar o verbo na terceira pessoa do plural, sem referência a nenhum antecedente; Exemplo: Dizem péssimas coisas sobre você.

- justapondo-se o pronome se – índice de indeterminação do sujeito – ao verbo na terceira pessoa do singular. Exemplo: Precisa-se de balconista.

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* Quando o verbo está na terceira pessoa do plural, fazendo referência a elementos antecedentes, o sujeito classifica-se como determinado.

Exemplo: A sua família não te respeita. Dizem péssimas coisas sobre você.

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* É preciso não confundir a classificação do sujeito em frases aparentemente equivalentes como as que seguem:

Exemplos:

Discutiu-se o fato.

Discordou-se do fato.

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Na primeira, o sujeito é determinado; na segunda é indeterminado.

Para compreender a diferença entre um caso e outro, é preciso levar em conta que o pronome se pode funcionar como:

Partícula apassivadora: nesse caso, sempre há na frase um sujeito determinado;

Índice de indeterminação do sujeito: nesse caso, o sujeito é indeterminado.

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Se – Partícula apassivadora

Quando o pronome se funciona como partícula apassivadora, ocorre a seguinte estrutura:

• Verbo na terceira pessoa (singular e plural)

• Pronome se;

• Um substantivo (ou palavra equivalente) não precedido de preposição;

• É possível a transformação na voz passiva com o verbo ser (voz passiva analítica).

Exemplo:
Contou-se a história.

Contou - verbo na 3ª pessoa

se - pronome
a história - substantivo sem preposição

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Transformação:
Foi contada a história.

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voz passiva analítica (com o verbo ser)
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A análise da frase anterior será então a seguinte:
Contou-se a história.

contou-se - voz passiva sintética ou pronominal
se - partícula apassivadora
a história - sujeito determinado simples

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Se – Índice de indeterminação do sujeito

Quando o pronome se funciona como índice de indeterminação do sujeito, ocorre esta estrutura:

• Verbo na terceira pessoa do singular;

• Pronome se;

• Não ocorre um substantivo sem preposição que possa ser colocado como sujeito do verbo na voz passiva analítica.

Exemplo:
Falou-se da história.
falou - verbo na 3ª pessoa do singular
se - pronome
da história - substantivo com preposição

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Transformação na voz passiva analítica – não é possível.

A frase terá então a seguinte análise:
? - sujeito indeterminado
falou - verbo na voz ativa
se - índice de indeterminação do sujeito
da história - objeto indireto

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Sujeito inexistente: ocorre quando simplesmente não existe elemento ao qual o predicado se refere.

Exemplo: Choveu durante o dia.

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O verbo que não tem sujeito chama-se impessoal e os verbos impessoais mais comuns são os seguintes:

- haver: no sentido de existir, acontecer e na indicação de tempo passado.

Exemplo: Houve poucas reclamações.

- fazer: na indicação de tempo passado e de fenômenos da natureza.

Exemplo: Faz dois anos que te perdi.

- ser: na indicação de tempo e distância.

Exemplo: É dia.

- todos os verbos que indicam fenômenos da natureza.

Exemplos: Nevou durante a madrugada. Choveu muito durante o dia.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

REFLEXÕES


Talvez devesse esquecer todo o passado e me dar por completo ao presente sem ansiar pelo futuro. Mas parece que meu ser é maior que o próprio tempo e vence o bem e o mal, superando as ilusões de um mundo passageiro que é consumido pelo tempo. Nesse momento, passado, presente e futuro desaparecem e só o agora passa a ser. Na verdade, apenas o agora é real. A vida é um eterno agora. Celebrar a morte é festejar uma nova forma de viver e ser. Quem ensina a viver também ensina a morrer. A vida não pára, mesmo que você fuja e diga não. Ou você acompanha a vida ou você é esquecida. Não se atrase, pois a vida não espera. O movimento é uma lei irrevogável e, no entanto, quem sabe olhar certamente compreende que nada se move. Afinal, o dono e a propriedade são o mesmo ser.

Marcos Kalzone - trecho do Portal Secreto, 2007.

Obra registrada e protegida.

© 2007 Marcos Aurélio da Silva Costa

Direitos reservados pela Editora Campus Celestium.

Fortaleza – CE

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Você é Luz !

Confie na sua intuição.

E siga em linha reta.

É o futuro que você vai construir!

Lute, mas lute com todas as forças.

Você é Luz!

Neste momento, anjos te cercam, abençoam seus projetos.

Com esta certeza, não desista de nada.

Reconheça que você merece ser feliz!

E não olhe para o passado.

Imite os pássaros na longa Viagem.

Apenas tenha certeza de que vai chegar.

ABRAÇO A TODOS(AS) OS (AS) VISITANTES!

MARCOS KALZONE - FORTALEZA - CE

terça-feira, 1 de julho de 2008

EVITE ACIDENTES! PREVINA-SE!!!


"Existe muita gente no mundo que é capaz de morrer por um pedaço de pão, mas existe muito mais gente que é capaz de dar a vida por uma migalha de amor."

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Deus Diz...

Para cada pensamento negativo nosso,

Deus tem uma resposta

Vc diz:"Isso é impossível"

Deus diz:"Tudo é possível"

Vc diz:"Ninguém me ama de verdade"

Deus diz:"Eu te amo"

Vc diz:"Não vejo saída"

Deus diz:"Eu guiarei teus passos"

Vc diz:"Eu não posso fazer"

Deus diz:"Você pode fazer tudo"

Vc diz:"Estou angustiado"

Deus diz:"Eu te livrarei da angústia"

Vc diz:"Não vale a pena"

Deus diz:"Tudo vale a pena"

Pense nissoe tenha uma ótima semana!!!

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A Semana é...

Para os felizes,7 motivos

Para os tristes,mais 7 dias

Para a esperança,7 novas manhãs

Para a insônia,7 longas noites

Para os sozinhos,7 chances

Para os ausentes,7 culpas

Para o pessimista,7 riscos

Para o otimista,7 oportunidades

Para a terra,7 voltas

Para criar o mundo,o suficiente

Para a história,nada

Para a vida...Tudo!

Faça de cada dia desta semana um dia especial!

Tenha uma excelente semana... ou sete dias maravilhosos...

Depende de vc!

BEBIDA E VOLANTE: A DECISÃO É SUA!



PESSOAS SÃO COMO ELOS...

Elos que se entrelaçam pela força do destino, Elos que se definem pelo livre arbítrio...

Pessoas formam histórias.

Histórias de vida, com rumos pré destinados...

Histórias de vida, de livre escolha dos próprios atos.

O nosso eu acaba sendo formado de pessoas....

Pessoas que amamos,pessoas especiais ou insignificantes...

A nossa história é formada de pessoas...Muitas delas ficam apenas um pouquinho conosco...Outras, uma eternidade de tempo físico...Outras ainda uma eternidade de tempo espiritual.Essas permanecem conosco mesmo depois que o elo físico se rompe...

São personagens de relações eternas de amor!

O rompimento doloroso só consegue provocar o afastamento da matéria; do espírito jamais...

São essas pessoas que fundamentam o nossoalicerce de vida.Elas vão e ficam ao mesmo tempo. São pessoas que jamais nos deixam sós,pelo simples fato de morarem dentro de nossos corações...

Elos que nos marcam profundamente!!!

Você é uma pessoa especial.....

Bjsssssss

TEXTO ENVIADO POR SHELRIE, amiga de orkut - Mairinque, SP

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É claro que as amizades crescem mesmo que sejam no início virtuais. Afinal, corações afinados pela mesma sintonia aproximam-se e não se largam mais.